Regras da Magia para O Bem Viver:
1-Não dê opiniões ou conselhos a
menos que lhe for perguntado
2- Não conte seus problemas aos
outros, a menos que você tenha a certeza que eles querem ouvi-la
3- Quando estiver visitando outra religião
crença ou local de magia, demonstre respeito ou então não vá até lá
4- Não tome o que não pertence a
você.
5- Reconheça o poder da magia se você
tem. Devendo usar com sucesso para obter os seus desejos. Nunca negue o poder
da magia depois de a ter utilizado para benefício próprio. Se você negar vai
perder tudo o que até então conseguiu
6- Lembre-se nem tudo vai funcionar
como deseja, pois, algumas coisas não lhe são licitas
7- Não reclame sobre qualquer coisa à
qual você não precisa submeter-se
8- Não prejudique ninguem.
9- Ao caminhar em território
desconhecido, não incomode ninguém. Se alguém ou algo lhe incomodar,
peça-lhe para parar. Se ele não parar,.....
10- Nunca critique a magia ou o modo
de ação de outrem pois você não sabe tudo.
11- Seja sempre honesta no que faz.
Honestidade principalmente para com você.
12- Você pode tudo tanto na vida
física emocional e principalmente na magia. Mas deve se lembrar que toda ação
tem uma reação e deve por isso pesar o que faz.
13-Use o que aprendeu para usufruir
de coisas e para ser feliz.
Espiritismo:
Espiritismo, doutrina religiosa de cunho filosófico e científico, sua crença gira em torno da constante evolução espiritual do ser humano, através das reencarnações. Surgiu na França, no século XIX em 1804, a partir dos estudos científicos e investigativo das chamadas mesas girantes e observações feitas de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Seus estudos resultaram em cinco obras publicadas: O Livro dos Espíritos” (1857), O Livro dos Médiuns (1859), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1863), O Céu e o Inferno (1865) e A Gênese (1868). O Espiritismo e doutrina aberta, onde se acredita que os espíritos estão em constante evolução através de suas encarnações. O Brasil, a maior nação Espirita do planeta com 4,1 milhões de adeptos nas diversas camadas sociais.
TERAPIAS HOLISTICAS
O que é Terapia Holística?
Terapia Holística é o nome dado a qualquer terapia que
siga os princípios do holismo. A abordagem holística acredita que os
elementos emocional, mental, espiritual e físico de cada pessoa
formam um sistema, e objetiva tratar de toda a pessoa em seu
contexto, concentrando-se tanto na causa como nos sintomas atuando no
tratamento complementar de doenças e distúrbios físicos, espirituais ou
psíquicos. Atua no problema como um todo, não fragmentado ou tratado
apenas os sintomas apresentados. Procura compreender a causa na sua totalidade
e globalidade. Na abordagem holística a sensação, sentimento, razão e
intuição se equilibram e se reforçam, promovendo o bem-estar e equilíbrio.
IRIDOLOGIA
E a observação das doenças através
dos olhos. O Íris diagnóstico e o método
que permite diagnosticar doenças, disfunções, e alterações orgânicas pela
simples observação da íris que e a parte colorida que e circundada pelo branco
dos olhos.
HOMEOPATIA
Derivada da palavra grega homios que significa semelhante. E uma pratica medica que cura uma doença com o
seu semelhante ou seja tratar uma doença com
a substancia que que produziria os mesmos sintomas em uma pessoa saudável.
A medicina convencional vê os sintomas das doenças como reação direta da mesma
e a homeopatia vê como uma reação contra a doença.
CROMOTERAPIA
E o uso das cores nos tratamentos de saúde. Ninguém duvida que as cores exerçam
influencia nas pessoas, animais e plantas. Alguns estudiosos admitem uma espécie
de campo vibratório emitido por cada uma das cores e suas tonalidades. E esse
campo que determina a influencia através da modificação do padrão vibratório molecular
do campo energético do ser vivo.
GEOTERAPIA
A Geoterapia que e o uso da terra na cura de doença e sem duvida uma das
mais importantes técnicas terapêuticas da medicina natural. Presente nos
tratados de cura constitue em uma técnica bastante difundida entre os
curandeiros e médicos da atualidade. O uso mais comum na Geoterapia e o da
Argila que contem vários elementos e energias absorvidas na natureza .
PARAPSICOLOGIA
A Parapsicologia se
dedica a pesquisar fenômenos psíquicos ou paranormais. Surgiu nos anos de 1880,
partindo de movimentos chamados de Mesmerismo e Espiritualismo. Em 1940 foi
criada a Sociedade de Pesquisa Psíquica que em sua atuação realizou vários
estudos na investigação de fenômenos ligados a alma e a mente de indivíduos.
Nos dias de hoje a Parapsicologia estuda e tenta resolver problemas ligados a
infestação por espíritos, demônios, locais assombrados e atividades
paranormais. Na Parapsicologia se estuda fenômenos como: Telepatia que é a capacidade
de transmitir ideias e se comunicar mentalmente com outra pessoa sem qualquer
interferência física. Nisso, adquire conhecimento por meio do pensamento,
sentimentos, desejos e imaginação do outro. Tele cinese que se mostra como
a capacidade de mover objetos com a força mental, interferindo no meio físico
sem ação motora. Com isso, pode levitar objetos, entortá-los, empurrá-los ou
apenas abalá-los com os pensamentos. Na ficção isso fica exemplificado em
personagens como Jean Grey ou Carrie White. A Clarividência que se
Trata da habilidade de saber de eventos e objetos sem fazer uso dos olhos para
isso. Ou seja, você obtém uma informação de determinada situação sem que você
ou outro esteja envolvido nisso para te comunicar. A Psicografia que é a
transcrição inconsciente de informações em papel ou pintura auxiliada por
espíritos ou alcance elevado da mente e a Premonição que quando se passa a
saber eventos que ainda acontecerão através de visões, mensagens do além ou qualquer
caminho não convencional entre outros. Se você se interessa por fenômenos ditos ocultos, ou
sobrenaturais pode se aprofundar no tema e estudar Parapsicologia.
IRIDOLOGIA
E a observação das doenças através dos olhos. O Íris diagnóstico e o método que permite diagnosticar doenças, disfunções, e alterações orgânicas pela simples observação da íris que e a parte colorida que e circundada pelo branco dos olhos.
HOMEOPATIA
Derivada da palavra grega homios que significa semelhante. E uma pratica medica que cura uma doença com o seu semelhante ou seja tratar uma doença com a substancia que que produziria os mesmos sintomas em uma pessoa saudável. A medicina convencional vê os sintomas das doenças como reação direta da mesma e a homeopatia vê como uma reação contra a doença.
CROMOTERAPIA
E o uso das cores nos tratamentos de saúde. Ninguém duvida que as cores exerçam influencia nas pessoas, animais e plantas. Alguns estudiosos admitem uma espécie de campo vibratório emitido por cada uma das cores e suas tonalidades. E esse campo que determina a influencia através da modificação do padrão vibratório molecular do campo energético do ser vivo.
GEOTERAPIA
A Geoterapia que e o uso da terra na cura de doença e sem duvida uma das mais importantes técnicas terapêuticas da medicina natural. Presente nos tratados de cura constitue em uma técnica bastante difundida entre os curandeiros e médicos da atualidade. O uso mais comum na Geoterapia e o da Argila que contem vários elementos e energias absorvidas na natureza .
PARAPSICOLOGIA
A Parapsicologia se dedica a pesquisar fenômenos psíquicos ou paranormais. Surgiu nos anos de 1880, partindo de movimentos chamados de Mesmerismo e Espiritualismo. Em 1940 foi criada a Sociedade de Pesquisa Psíquica que em sua atuação realizou vários estudos na investigação de fenômenos ligados a alma e a mente de indivíduos. Nos dias de hoje a Parapsicologia estuda e tenta resolver problemas ligados a infestação por espíritos, demônios, locais assombrados e atividades paranormais. Na Parapsicologia se estuda fenômenos como: Telepatia que é a capacidade de transmitir ideias e se comunicar mentalmente com outra pessoa sem qualquer interferência física. Nisso, adquire conhecimento por meio do pensamento, sentimentos, desejos e imaginação do outro. Tele cinese que se mostra como a capacidade de mover objetos com a força mental, interferindo no meio físico sem ação motora. Com isso, pode levitar objetos, entortá-los, empurrá-los ou apenas abalá-los com os pensamentos. Na ficção isso fica exemplificado em personagens como Jean Grey ou Carrie White. A Clarividência que se Trata da habilidade de saber de eventos e objetos sem fazer uso dos olhos para isso. Ou seja, você obtém uma informação de determinada situação sem que você ou outro esteja envolvido nisso para te comunicar. A Psicografia que é a transcrição inconsciente de informações em papel ou pintura auxiliada por espíritos ou alcance elevado da mente e a Premonição que quando se passa a saber eventos que ainda acontecerão através de visões, mensagens do além ou qualquer caminho não convencional entre outros. Se você se interessa por fenômenos ditos ocultos, ou sobrenaturais pode se aprofundar no tema e estudar Parapsicologia.
HIPNOSE
Procedimento no qual um profissional
certificado, sugere que a pessoa, irá experimentar mudanças nas sensações,
percepções, pensamentos e comportamentos. O termo Hipnose vem do grego hipnos =
sono + latim osis = processo embora a hipnose não seja um sono. Técnica útil,
apresentando bons resultados, na resolução de algumas questões
psicológicas. As pessoas respondem à hipnose de maneiras diferentes.
Por exemplo, alguns descrevem que ela é um estado de atenção concentrada,
no qual eles se sentem muito calmos e relaxados. A hipnose induz o paciente ao
um estado onde o profissional conduz com sugestões a uma melhora. Praticada
dede o século 18 quando foi defendida em tese de doutorado em medicina por
Anton Mesmer atualmente a hipnose e usada por profissionais de saúde no mundo
todo, sendo aprovada pela OMS. Alguns países, como nos Estados Unidos existe
regulamentação própria para seu uso. No Brasil, o uso da hipnose é previsto no Sistema
Único de Saúde (SUS) e é autorizada pelos conselhos Federal de Medicina,
Conselho Federal de Psicologia, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia
Ocupacional, Conselho Federal de Odontologia e pelo Conselho Federal de
Enfermagem, sendo seu uso aplicado em estados de depressão, ansiedade, fobias,
vícios, compulsões, obesidade, parto, dores, memoria e
melhora do aprendizado. Procure sempre um profissional Certificado.
ENERGIZAÇÃO PRANA:
Consiste na retirada de energias nocivas, miasmas e
energias dirigidas ao ser e a colocação de uma energia pura, limpa a qual
restabelece os danos causando um melhoras em algumas enfermidades. O termo
Prana em sânscrito, significa o sopro de vida e segundo as antigas
escrituras indiana a energia vital que permeia o cosmo,
absorvida pelos seres vivos.
VAMOS ESTUDAR:Da Criação
Deus é uma energia eterna que se encontra em tudo que existe, é
imutável, imaterial e único. É o Universo, que abrange todos os seres
animados e inanimados, materiais e imateriais. Os seres materiais
constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo
invisível ou espiritual, isto é, dos Espíritos. O mundo espírita é o mundo
normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo. O mundo
corporal é secundário; poderia deixar de existir, ou não ter jamais existido,
sem que por isso se alterasse a essência do mundo espírita. Os Espíritos
revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela
morte lhes restitui a liberdade. Entre as diferentes espécies de seres
corpóreo, a melhor que se mostrou adaptada para a encarnação desta a
espécie de Espíritos foi a espécie humana, que chegou a certo grau de
desenvolvimento dando superioridade moral e intelectual sobre as outras. O
termo alma significa um Espírito encarnado, sendo o corpo apenas o
seu envoltório. Na formação do homem ha três coisas:
1- O corpo ou ser material análogo aos animais e animado
pelo mesmo princípio vital;
2- A alma ou ser imaterial, espirito encarnado no corpo;
3- O laço que prende a alma ao corpo,
Princípio intermediário entre a
matéria e o Espírito. Tem assim o homem duas naturezas: pelo corpo, participa
da natureza dos animais, cujos instintos lhe são comuns; pela alma, participa
da natureza dos Espíritos. O laço ou camada semi material que prende ao corpo o
Espírito, é uma espécie de envoltório. A morte é a destruição do invólucro mais
grosseiro (corpo material). O Espírito conserva o segundo que é parte
inseparável, ou seja, é parte do mesmo, que lhe constitui um corpo etéreo,
invisível para nós no estado normal, porém que pode tornar-se visível e mesmo
tangível, como sucede no fenômeno das aparições ou materialização. O Espírito
não é, pois, um ser abstrato, indefinido, só possível de se conceber pelo
pensamento. É um ser real, circunscrito, que, em certos casos, se torna
apreciável pela vista, pelo ouvido e pelo tato. Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em
poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade. Os da primeira
ordem são os Espíritos superiores, que se distinguem dos outros pela sua
perfeição, seus conhecimentos, sua proximidade com o entendimento do que é
Deus, pela pureza de seus sentimentos e por seu amor do bem: são os anjos ou
puros Espíritos. Os das outras classes se acham cada vez mais distanciados
dessa perfeição, mostrando-se os das categorias inferiores, na sua maioria
eivados das nossas paixões: o ódio, a inveja, o ciúme, o orgulho. Comprazem-se
no mal. Há também, entre os inferiores, os que não são nem muito bons nem muito
mais, antes perturbadores e enredadores, do que perversos. A malícia e as
inconsequências parecem ser o que neles predomina. São os Espíritos estúrdios
ou levianos. Deixando o corpo, a alma volve ao mundo dos Espíritos, donde saíra, para
passar por nova existência material, após um lapso de tempo mais ou menos
longo, durante o qual permanece em estado de Espírito. Tendo o Espírito que
passar por muitas encarnações, segue-se que todos nós temos tido muitas
existências e que teremos ainda outras, mais ou menos aperfeiçoadas. A encarnação dos Espíritos do planeta terra se dá sempre na espécie
humana; seria erro acreditar-se que a alma ou Espírito possa encarnar no corpo
de um animal.As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas
e nunca regressivas; mas, a rapidez do seu progresso depende dos esforços que
faça para chegar à perfeição.As qualidades da alma são as do Espírito que está encarnado em nós;
assim, o homem de bem é a encarnação de um bom Espírito, o homem perverso a de
um Espírito impuro. A alma possuía sua individualidade antes de encarnar;
conserva-a depois de se haver separado do corpo.Na sua volta ao mundo dos Espíritos, encontra ela todos aqueles que
conhecera na Terra, e todas as suas existências anteriores se lhe desenham na
memória, com a lembrança de todo bem e de todo mal que fez. O Espírito
encarnado se acha sob a influência da matéria; o homem que vence esta
influência, pela elevação e depuração de sua alma, se aproxima dos bons
Espíritos, em cuja companhia um dia estará. Aquele que se deixa dominar pelas
más paixões, e põe todas as suas alegrias na satisfação dos apetites
grosseiros, se aproxima dos Espíritos impuros, dando preponderância à sua
natureza animal.Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo tendo
diferentes formas.Os não encarnados não ocupam uma região determinada e circunscrita;
estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e acotovelando-nos de
contínuo. É toda uma população invisível, a mover-se em torno de nós em
diferente dimensão.Os Espíritos exercem incessante ação sobre o mundo moral e mesmo sobre o
mundo físico. Atuam sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das
potências da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos até então
não explicados ou mal explicados e que não encontram explicação racional. As
relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons Espíritos nos
atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las
com coragem e resignação. Os maus nos impelem para o mal: é-lhes um gozo
ver-nos e assemelhar-nos a eles. As comunicações dos Espíritos com os homens
são ocultas ou ostensivas. As ocultas se verificam pela influência boa ou má
que exercem sobre nós, à nossa revelia. Cabe ao nosso juízo discernir as boas
das más inspirações. As comunicações ostensivas se dão por meio da escrita, da
palavra ou de outras manifestações materiais, quase sempre pelos médiuns que
lhes servem de instrumentos. Os Espíritos se manifestam espontaneamente ou
mediante evocação. Podem evocar-se todos os Espíritos: os que animaram homens
obscuros, como os das personagens mais ilustres, seja qual for a época em que
tenham vivido; os de nossos parentes, amigos, ou inimigos, e obter-se deles,
por comunicações escritas ou verbais, conselhos, informações sobre a situação
em que se encontram no Além, sobre o que pensam a nosso respeito, assim como as
revelações que lhes sejam permitidas fazer-nos. Os Espíritos são atraídos na
razão da simpatia que lhes inspire a natureza moral do meio que os evoca. Os
Espíritos superiores se comprazem nas reuniões sérias, onde predominam o amor
do bem e o desejo sincero, por parte dos que as compõem, de se instruírem e
melhorarem. A presença deles afasta os Espíritos inferiores que, inversamente,
encontram livre acesso e podem obrar com toda a liberdade entre pessoas
frívolas ou impelidas unicamente pela curiosidade e onde quer que existam maus
instintos. Longe de se obterem bons conselhos, ou informações úteis, deles só
se devem esperar futilidades, mentiras, gracejos de mau gosto, ou
mistificações, pois que muitas vezes tomam nomes venerados, a fim de melhor
induzirem ao erro. A moral dos Espíritos superiores se resume e, fazer aos
outros o que quereríamos que os outros nos fizessem, isto é, fazer o bem e não
o mal. Neste princípio encontra o homem uma regra universal de proceder, mesmo
para as suas menores ações. Ensinam-nos que o egoísmo, o orgulho, a
sensualidade são paixões que nos aproximam da natureza animal, prendendo-nos à
matéria; que o homem que, já neste mundo, se desliga da matéria, desprezando as
futilidades mundanas e amando o próximo, se avizinha da natureza espiritual;
que cada um deve tornar-se útil, de acordo com as faculdades e os meios que se
tem nas mãos para experimentá-lo; que o Forte e o Poderoso devem amparo e
proteção ao Fraco. Ensinam, finalmente, que, no mundo dos Espíritos, nada pode
ficar oculto, o hipócrita será desmascarado e patenteadas todas as suas
torpezas, que a presença inevitável, e de todos os instantes, daqueles para com
quem houvermos procedido mal constitui um dos castigos que nos estão
reservados; que ao estado de inferioridade e superioridade dos Espíritos
correspondem penas e gozos desconhecidos na Terra. Mas, ensinam também não haver faltas irremissíveis, que a expiação não
possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes existências
que lhe permitem avançar, em conformidade aos seus desejos e esforços, na
senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final.
O QUE E SALTO QUANTICO
Salto quântico é quando os
elétrons se aceleram afastando-se do núcleo e partindo para outra órbita
diferente da anterior. Na Física Quântica, quando uma partícula que está num
determinado nível energético ganha uma quantidade extrema de energia ela salta
para um nível mais alto. Esse salto é chamado de Salto Quântico. Curiosamente
quando o elétron salta de uma órbita para outra, ele não pode ser encontrado
entre as órbitas no momento do salto. Nesse momento, o elétron está
possivelmente numa outra dimensão invisível aos nossos olhos. Já foi comprovado
matematicamente que o elétron não pode estar entre dois níveis de energia no
momento do salto. Isso mostra que a existência de universos paralelos é hoje
uma teoria consistente e fundamentada pelo cientista Hugh Everett. Possivelmente
quando o elétron salta de uma órbita para outra ele está em outra dimensão. Num
universo paralelo, o que demonstra que existe o desconhecido, o invisível o
inatingível, agindo em nossas vidas. O retorno dos elétrons às suas posições,
desde que não tenham se desprendido do átomo, libera a energia recebida para
realizarem o salto. Essa energia é liberada na forma de fótons, o que ocasiona
emissão de luz. Os elétrons das últimas camadas necessitam de pouca energia
para saltar para as camadas mais externas, e seu retorno cria ondas mais
longas. Mas aqueles que estão mais distantes da fronteira do átomo, precisam de
energia extra para completarem seus saltos rumo ao novo. Essa energia
suficiente é a informação que a pessoa recebe, seja por emoção, seja por
sentimento, seja por estudo ou conhecimento adquirido. Todo aprendizado novo,
principalmente os mais profundos e vibrantes, têm o poder de inflar os elétrons
e fazê-los explodir como micros foguetes e decolar para outra órbita. As ondas
de luz que os elétrons mais distantes fabricam vibram são vermelhas; enquanto
isso, os elétrons que estão mais próximos do núcleo emitem luz com ondas mais
curtas, aproximando do luz do violeta, púrpura ou ultravioleta — cor
imperceptível aos olhos humanos, raios X, gama, raio-x, dentre outros.
HIPNOSE
Procedimento no qual um profissional certificado, sugere que a pessoa, irá experimentar mudanças nas sensações, percepções, pensamentos e comportamentos. O termo Hipnose vem do grego hipnos = sono + latim osis = processo embora a hipnose não seja um sono. Técnica útil, apresentando bons resultados, na resolução de algumas questões psicológicas. As pessoas respondem à hipnose de maneiras diferentes. Por exemplo, alguns descrevem que ela é um estado de atenção concentrada, no qual eles se sentem muito calmos e relaxados. A hipnose induz o paciente ao um estado onde o profissional conduz com sugestões a uma melhora. Praticada dede o século 18 quando foi defendida em tese de doutorado em medicina por Anton Mesmer atualmente a hipnose e usada por profissionais de saúde no mundo todo, sendo aprovada pela OMS. Alguns países, como nos Estados Unidos existe regulamentação própria para seu uso. No Brasil, o uso da hipnose é previsto no Sistema Único de Saúde (SUS) e é autorizada pelos conselhos Federal de Medicina, Conselho Federal de Psicologia, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Conselho Federal de Odontologia e pelo Conselho Federal de Enfermagem, sendo seu uso aplicado em estados de depressão, ansiedade, fobias, vícios, compulsões, obesidade, parto, dores, memoria e melhora do aprendizado. Procure sempre um profissional Certificado.
ENERGIZAÇÃO PRANA:
Consiste na retirada de energias nocivas, miasmas e energias dirigidas ao ser e a colocação de uma energia pura, limpa a qual restabelece os danos causando um melhoras em algumas enfermidades. O termo Prana em sânscrito, significa o sopro de vida e segundo as antigas escrituras indiana a energia vital que permeia o cosmo, absorvida pelos seres vivos.
Da Criação
Deus é uma energia eterna que se encontra em tudo que existe, é imutável, imaterial e único. É o Universo, que abrange todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais. Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espiritual, isto é, dos Espíritos. O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo. O mundo corporal é secundário; poderia deixar de existir, ou não ter jamais existido, sem que por isso se alterasse a essência do mundo espírita. Os Espíritos revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte lhes restitui a liberdade. Entre as diferentes espécies de seres corpóreo, a melhor que se mostrou adaptada para a encarnação desta a espécie de Espíritos foi a espécie humana, que chegou a certo grau de desenvolvimento dando superioridade moral e intelectual sobre as outras. O termo alma significa um Espírito encarnado, sendo o corpo apenas o seu envoltório. Na formação do homem ha três coisas:
1- O corpo ou ser material análogo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital;
2- A alma ou ser imaterial, espirito encarnado no corpo;
3- O laço que prende a alma ao corpo,
Salto quântico é quando os
elétrons se aceleram afastando-se do núcleo e partindo para outra órbita
diferente da anterior. Na Física Quântica, quando uma partícula que está num
determinado nível energético ganha uma quantidade extrema de energia ela salta
para um nível mais alto. Esse salto é chamado de Salto Quântico. Curiosamente
quando o elétron salta de uma órbita para outra, ele não pode ser encontrado
entre as órbitas no momento do salto. Nesse momento, o elétron está
possivelmente numa outra dimensão invisível aos nossos olhos. Já foi comprovado
matematicamente que o elétron não pode estar entre dois níveis de energia no
momento do salto. Isso mostra que a existência de universos paralelos é hoje
uma teoria consistente e fundamentada pelo cientista Hugh Everett. Possivelmente
quando o elétron salta de uma órbita para outra ele está em outra dimensão. Num
universo paralelo, o que demonstra que existe o desconhecido, o invisível o
inatingível, agindo em nossas vidas. O retorno dos elétrons às suas posições,
desde que não tenham se desprendido do átomo, libera a energia recebida para
realizarem o salto. Essa energia é liberada na forma de fótons, o que ocasiona
emissão de luz. Os elétrons das últimas camadas necessitam de pouca energia
para saltar para as camadas mais externas, e seu retorno cria ondas mais
longas. Mas aqueles que estão mais distantes da fronteira do átomo, precisam de
energia extra para completarem seus saltos rumo ao novo. Essa energia
suficiente é a informação que a pessoa recebe, seja por emoção, seja por
sentimento, seja por estudo ou conhecimento adquirido. Todo aprendizado novo,
principalmente os mais profundos e vibrantes, têm o poder de inflar os elétrons
e fazê-los explodir como micros foguetes e decolar para outra órbita. As ondas
de luz que os elétrons mais distantes fabricam vibram são vermelhas; enquanto
isso, os elétrons que estão mais próximos do núcleo emitem luz com ondas mais
curtas, aproximando do luz do violeta, púrpura ou ultravioleta — cor
imperceptível aos olhos humanos, raios X, gama, raio-x, dentre outros.
MATERIA PSI:
Matéria psi é a substância de que são feitos os Espíritos e demais seres ou objetos do mundo espiritual. Esta substancia tem a capacidade de vivificar a matéria física; de ser suscetível de sofrer a influência modeladora do pensamento organizado; de possuir um psiquismo latente e capaz de desenvolver-se por meio de uma auto-organização; tem a capacidade de transmitir, receber e acumular informação; influencia, de certa forma, a matéria física, emprestando-lhe algumas de suas propriedades. As diferenças entre as psi partículas e as partículas físicas resultam sobretudo das propriedades oriundas do número de dimensões das mesmas. Essencialmente falando, a natureza íntima de todas as duas categorias de partículas é a mesma, ou seja, energia simplesmente. Ao sofrer a ação de tempo e espaço dimensionais, a estrutura energética assume propriedades das mais inusitadas, entre as quais algumas atribuídas aos objetos vivos, aos corpos espirituais, ou as observadas nos fenômenos paranormais. No espirito esta substancia tem densidade, que está sujeita a interferências evolutivas, podendo provocar no desencarne a atração a áreas de mesmo padrão de densidade.
Subverso:
Matéria psi é a substância de que são feitos os Espíritos e demais seres ou objetos do mundo espiritual. Esta substancia tem a capacidade de vivificar a matéria física; de ser suscetível de sofrer a influência modeladora do pensamento organizado; de possuir um psiquismo latente e capaz de desenvolver-se por meio de uma auto-organização; tem a capacidade de transmitir, receber e acumular informação; influencia, de certa forma, a matéria física, emprestando-lhe algumas de suas propriedades. As diferenças entre as psi partículas e as partículas físicas resultam sobretudo das propriedades oriundas do número de dimensões das mesmas. Essencialmente falando, a natureza íntima de todas as duas categorias de partículas é a mesma, ou seja, energia simplesmente. Ao sofrer a ação de tempo e espaço dimensionais, a estrutura energética assume propriedades das mais inusitadas, entre as quais algumas atribuídas aos objetos vivos, aos corpos espirituais, ou as observadas nos fenômenos paranormais. No espirito esta substancia tem densidade, que está sujeita a interferências evolutivas, podendo provocar no desencarne a atração a áreas de mesmo padrão de densidade.
Subverso:
Entre os campos de forças existentes em nosso planeta um campo se destaca pela sua principal característica: a da reorganização das diversas matérias existentes, criando e mantendo a vida espiritual em colônias através da organização da energia primaria, criando estruturas como as existentes em nosso universo material, gerando de tudo que lá existe. Pensamentos tomando forma com a força aglutinada, construtora e modelador que cria suprindo qualquer necessidade, dos seus habitantes. Edificações solidas e reais moldadas a partir da vontade, sobre os átomos de PSI. Criado por seres de luz portadores do conhecimento, é no subverso do que encontramos as colônias espiritais, geradas de matéria PSI, moldadas pelos seus habitantes para suprir suas necessidades. É aquela outra realidade paralela a nossa, cuja manifestação é sensível, e em geral está presente nos fenômenos biológicos e nos Paranormais. Nesta área, encontramos edificações, cidades e colônias. Edificações como nosso lar, colônias budistas, matas e terreiros umbandista e do candomblé, templos evangélicos e construções sem fins religiosos, além de um espaço considerado por alguns como punitivo o Umbral (inferno) terrestre, idealizado e projetado em camadas de uma grande espiral energética de grande força magnética de padrão uniforme e imutável. Também encontramos uma área destinada a administração do planeta sob o comando de Jesus e seus arcanjos. O Sub verso está ligado ao nosso mundo e é parte indivisível do mesmo, tendo como nos universos paralelos portais e buracos de minhoca sendo gerado pelos átomos PSI emanados do planeta, mantendo um padrão vibracional, semelhante de acordo com este gerador em tempo espaço diferente. Toda sua composição é energética, não havendo solidez como conhecemos. Devemos diferenciar sub verso de universos paralelos, pois o sub verso é uma área local em tempo espaço diferente dos universos paralelos. Nosso sub verso foi criado quando o planeta ainda era uma bola de fogo no espaço, e sua função primaria era a de abrigar os seres responsáveis pela construção e posteriormente as funções que hoje desenvolve.
SOBRE MEDIUNIDADE - CAPITULO 1
Para Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, em diversas
citações os espíritos esclareceram que, todos os fenômenos mediúnicos de efeito
inteligente se processam através do cérebro do médium. O desenvolvimento
da neuropsicologia apoiada por recursos propedêuticos sofisticados como a
tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a tomografia por emissão
de pósitrons, têm permitido uma compreensão cada vez maior dos mecanismos
envolvidos na fisiologia do cérebro. Com base nesses achados, têm surgido novas
interpretações para os quadros mentais das demências, das psicoses e até dos
distúrbios do comportamento. Atualmente, a medicina admite que a atividade
mental é resultante, em termos neurológicos, de um concerto de um grupo de
áreas cerebrais que interagem mutuamente constituindo um "sistema
funcional complexo". Com o conhecimento espírita aprendemos, porém, que os
processos mentais são expressões da atividade espiritual com repercussões na
estrutura física cerebral. A participação do cérebro é meramente instrumental.
Sabemos também que a ação do espírito sobre o cérebro, ao integrar elementos de
classes diferentes (mente e matéria), implica a existência de um terceiro
elemento, transdutor desse processo, que transmite e transfere as
"idéias" geradas pelo espírito em fluxo de pensamento expresso pelo
cérebro. Esse elemento intermediário que imprime ao corpo físico as diretrizes
definidas pelo espírito, constitui nosso corpo espiritual ou
perispírito. Após a morte, o espírito permanece com seu corpo espiritual,
o qual permite sua integração no ambiente espiritual onde vive. É por esse
corpo semimaterial, de que dispõe também os espíritos desencarnados, que se
tornam possíveis as chamadas comunicações mediúnicas. Para Allan Kardec,
no Livro dos Médiuns, em diversas citações os espíritos esclareceram, mais de
uma vez, que todos os fenômenos mediúnicos de efeito inteligente se processam
através do cérebro do médium. No estágio atual do conhecimento que nos fornece
a neurologia, seria oportuno indagarmos se é possível uma maior compreensão do
fenômeno mediúnico, procurando-se identificar no cérebro as áreas e as funções
que estariam envolvidas nesses processos. Os espíritos desencarnados devem, de
alguma maneira, co participarem das funções cerebrais dos médiuns seguindo
regras compatíveis com os recursos da fisiologia cerebral. Podemos
correlacionar, pelo menos hipoteticamente, quais as funções cerebrais já
conhecidas que podem se prestar para a exteriorização da comunicação mediúnica.
A GLANDULA PINEAL
No médium a mediunidade se processa através da Glândula
Pineal. A estrutura e as funções da glândula pineal passaram a ser estudadas
com maior ênfase após a descoberta da melatonina por Lerner, em 1958. Embora a
pineal já fosse conhecida desde 300 anos d.C. (foi descoberta por Herophilus),
só após a descoberta da melatonina se conheceu sua relação com a luminosidade e
a escuridão. Ficou demonstrado experimentalmente que a luz interfere na função
da pineal através da retina, atingindo o quiasma óptico, o hipotálamo, o tronco
cerebral, a medula espinhal, o gânglio cervical superior, chegando, finalmente,
ao nervo coronário na tenda do cerebelo. Entre a pineal e o restante do cérebro
não há uma via nervosa direta. A ação da pineal no cérebro se faz pelas
repercussões químicas das substâncias que produz; hoje já se identificou um
efeito dramático da pineal (por ação da melatonina), na reprodução dos
mamíferos, na caracterização dos órgãos sexuais externos e na pigmentação da
pele. Investigações recentes demonstram uma relação direta da melatonina com
uma série de doenças neurológicas que provocam epilepsia, insônia, depressão e
distúrbios de movimento. Animais injetados com altas doses de melatonina
desenvolvem incoordenação motora, perda de motricidade voluntária, relaxamento
muscular, queda das pálpebras, piloereção, vasodilatação rias extremidades,
redução da temperatura, além de respiração agânica. Descobriu-se também que a
melatonina interage com os neurônios serotoninérgicos e com os receptores
bendiazepínicos do cérebro tendo, portanto, um efeito sedativo e
anticonvulsante. Pacientes portadores de tumores da pineal podem
desenvolver epilepsia por depleção da produção de melatonina. A melatonina
parece ler também um papel importante na gênese de doenças psiquiátricas como
depressão e esquizofrenia. Outros estudos confirmam uma propriedade analgésica
central da melatonina, integrando a pineal à analgesia opiácea endógena. A
literatura espiritual há muito vem dando destaque para o papel da pineal como
núcleo gerador de irradiação luminosa servindo como porta de entrada para a
recepção mediúnica. Como a pineal é sensível à luz, não será de estranhar que
possa ser mais sensível ainda à vibração eletromagnética Sabemos que a
irradiação espiritual é essencialmente semelhante à onda eletromagnética que
conhecemos, compreendendo- se, assim, sua ação direta sobre a pineal. Podemos
supor que este primeiro contato da entidade espiritual com a pineal do médium
possibilitaria a liberação de melatonina predispondo o restante do cérebro ao
"domínio" do espírito comunicante. Essa participação química ao
fenômeno mediúnico poderia nos explicar as flutuações da intensidade e da
freqüência com que se observa a mediunidade. Até o presente, a espécie humana
recebe a mediunidade como uma carga pesada de provas e sacrifícios. Raras vezes
como oportunidade bem aproveitada para prestação de serviço e engrandecimento
espiritual . A evolução, no entanto, caminha acumulando experiências, repetindo
aprendizados. Aos poucos, iremos acumulando tanto espiritual, como fisicamente,
modificações no nosso cérebro. Nas comunicações mediúnicas como
na PSICOGRAFIA a escrita se processa frequentemente com muita
rapidez, as palavras podem aparecer escritas com pouca clareza, as letras às
vezes são grandes, provavelmente para facilitar a escrita rápida, a caligrafia
tem pouco capricho, não há necessidade do médium acompanhar o que escreve e
pode ocorrer escrita em espelho. Na comunicação oral, o médium se expressa com
vozes de características variadas, o sotaque pode ser pausado como que feito
com esforço, mas, em médiuns mais preparados, a fala costuma ser fluente, muito
rápida, parecendo se tratar de um discurso previamente preparado ou muito bem
decorado. Nota-se também que, durante a comunicação, o médium assume posturas e
gestos incomuns ao seu modo habitual de se expressar. Quando interrogamos os
médiuns conscientes, esses dizem que, no decorrer do fenômeno, são levados a
falar ou escrever como se isso não dependesse da vontade deles. Correlacionando
agora o que vimos em termos neurológicos para a fisiologia do sistema
extrapiramidal (gânglios da base e área cortical pré-motora) com as
características da comunicação mediúnica, temos a impressão que a entidade
comunicante se utiliza desse sistema automático para se manifestar com maior
rapidez, com o mínimo de dispêndio de energia, com menor interferência da
consciência do médium e com maior possibilidade de se suceder uma
amnésia. Resumidamente, poderíamos enquadrar esse tipo de
comunicação mediúnica como uma constelação de automatismos complexos,
desempenhados pelo sistema extrapiramidal do médium, mas com a co-autoria do
espírito comunicante. Já vimos também que, durante nossos atos automáticos,
nossa consciência está livre para a execução de atos voluntários e intencionais
podendo com eles interromper ou modificar nossos automatismos. Por isso,
podemos dizer e concluir que a manifestação mediúnica, em se tratando de gestos
automatizados, sofre o controle e a ingerência da consciência do médium. O que
não deixa de ser um fator inibidor, mas necessário para a própria
"disciplina" da entidade comunicante, quando isso se fizer
necessário. O homem do futuro deverá dispor da mediunidade como
dispõe hoje da inteligência. Confiamos que a misericórdia de Deus nos conceda a
bênção de usar bem as duas a partir de hoje.
(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 01,
páginas 10-15)
Reencarnação
Muito se fala em reencarnação,
mas muito pouco sobre o processo reencarnatorio. Neste artigo vamos nos ater
somente sobre o nascimento deixando para uma outra oportunidade o antes do
nascimento. Sabemos que o espirito que esta encarnado se liga a matéria durante
a fecundação do Ovulo no momento em que esta célula se divide pela primeira vez
inicia-se a reencarnação que termina quando a criança completa oito anos. O
espirito através de sua cobertura semi material se liga a matéria produzida pelo
corpo célula por célula formando os órgãos do corpo, que sustentara a nova vida.
Nesta etapa, através das informações contidas se define órgãos perfeitos ou não
e as má formações ou formações perfeitas do futuro ser. Quando se completa a
formação do corpo se dá o nascimento. Deste momento em diante até o final do
processo o novo ser mesmo estando ligado a um corpo material encontra se mais
ligado ao mundo espiritual. E possível notar que a criança tem e interage com
amiguinhos imaginários. Quando a energia da residência está muito carregada e o
primeiro que sente e as vezes adoece, assim como também e possível avaliar como
será quando se tornar adulto. Nesta faze de zero a oito anos ele expressa seu
emocional sem disfarces. Tempos crianças que tem boa índole ou não, crianças
dependentes, tímidas, extrovertidas, caridosas e outros. Se quer conhecer como será
um adulo observe este período. Aos oito anos dizemos que o ser esta encarnado.
Exus, Pomba giras, Anjos e Demônios
Exus e Pomba giras não são Demônios não existindo nenhum
contato entre eles. Exus e Pomba giras são espíritos humanos que fazem um
acordo temporário para trabalhar nas linhas de Umbanda.
Ainda sobre desmistificar, o demônio não tem a mesma índole, nem as mesmas
diretrizes.
E como os anjos de tempos em tempos encarnam como seres humanos.
Para melhor elucidação, com autorização do autor disponibilizo aqui
um capítulo do livro Alister o anjo maldito:
ALISTER O ANJO MALDITO O INICIO
Quem somos? De onde viemos? Quem sou? Meu nome é Alister,
sou o comandante deste grupo que aqui chegou com a missão de criar um Habitar
um mundo onde uma nova raça deveria evoluri. Fui exilado de meu planeta que
fica na constelação hoje conhecida hoje como Alpha Aurigae. Meu exilio se deu
por discordar pela forma que evoluímos e também pela nossa subserviência a um
criador que segundo meu entendimento não reconhecia os méritos e pregava em seu
comando a igualdade de todos. E principalmente um criador que não se via a não
ser em nossos pensamentos. Em meu planeta natal comandava um exército
responsável pela segurança e manutenção da ordem. Meu conhecimento me valeu
para a missão a que fomos destinados como punição. Todos os que aqui chegaram
comigo eram subordinados do meu comando. Cada um com sua especialidade. Em
nosso Julgamento fui apontado como mentor de Plano para subverter a ordem
planetária, o que não era de toda falsa a acusação. Após a sentença que dizia
que em um sistema onde a evolução alcançara um patamar que refletia a vontade
do pai não haveria lugar para seres degenerados, revoltados, com excessivos
vícios. Tínhamos a opção de tentar uma regeneração através da aceitação de uma
missão que seria a de orquestrar a colonização de um novo mundo ou a imediata
destruição de nossos seres. Optamos então pelo aceite da colonização. Recebemos
então uma carga em nossa camada semi astral com as coordenadas exatas para onde
deveríamos ir e assim como em uma atração magnética aqui estamos. A viagem
astral naquela época usava deste método grosseiro. Uma explosão, dentro do
meu ser, uma dor lacerante como nunca sentida queimava as entranhas como se eu
as tivesse. Uma profusão de luzes, como se viajasse a uma inimaginável
velocidade. Der repente como numa brusca desaceleração aqui estávamos.
Mergulhados no caos. Um calor insuportável, matérias derretidas e solidas se
chocando num interminável bale criador. Algumas se aglomeravam se juntando
formando blocos espessos de matéria. A medida que enormes massas se chocavam novas
estruturas se criavam. E nos ali como expectadores da criação divina. Até que
uma imensa luz se fez em nossos seres e bilhões de bits de informações foram
anexadas ao nosso ser. Informações de comando que a medida que absorvíamos
quebrava travas em nossos seres, que nos permitiam assimilar e lembrar de tudo
que vivemos até aquele momento. Agora sabemos o porquê estamos aqui tão longe
do nosso lar, tão longe de casa. Sentíamos renovados e como uma sentimento de
pureza nunca experimentado. Éramos novamente seres de luz, seres da criação.
Tínhamos uma missão e deveríamos pôr em pratica logo pois nossa estadia ali
dependia de mudanças. Mudanças essas que se iniciariam em nossos seres. Pela
primeira vez senti estar realmente no comando. E dessa vez sem saber
hierarquicamente a quem responder. Sabia o que tinha que ser feito,
estranhamente os que ali estavam aguardavam minhas instruções. Escolhemos um
ponto para nossa primeira obra. Esse ponto foi idealizado de acordo com os
cálculos feitos por nós, de acordo com a maior massa criada pela acumulação de
matéria. Este enorme bloco acumulava imensa massa e calor. Sabíamos que ele
seria uma futura estrela que irá entorno dela servir de início para nossa
criação. Sua massa de enorme magnitude começa a gerar gravidade no entorno,
gravidade essa que serviria ao nosso propósito. Cálculos foram feitos a partir
dela e o ponto exato para nossa obra. Observamos atentamente uma pequena massa
nestas coordenadas e sua evolução devido aos constantes choques de outras
matérias aglomeravam seu crescimento. Outras estruturas foram formadas e as
suas orbitas começaram a serem estabelecidas a partir da pequena estrela em
formação. No início nossa missão era apenas observar e corrigir algumas
imperfeiçoes. Neste momento começamos a notar uma pequena falha em nossa
pequena massa. Seu crescimento e seu arredondamento devido à enorme massa de
energia que determinava sua orbita fazia com que girasse não só em torno do seu
eixo mas também para todos os lados. Isso tornava inviável qual que projeto que
poderíamos ter com relação a ela. Tínhamos que estabilizar esse movimento para
dar continuidade. Nossas observações e cálculos apontavam para que se
quiséssemos estabilizar teríamos que aumentar ou diminuir sua massa, o que
naquele momento seria impossível visto que não havia tanta matéria disponível e
também porque um aumento de massa poderia destruir sua estrutura e a retirada
de massa também. Novos cálculos foram executados levando em consideração todas
as variáveis e a melhor solução encontrada foi observando outras massas que
alcançaram o equilíbrio orbital devido a outras pequenas massas se juntarem a
suas orbitas. Precisamos então criar uma satélite que colocado em sua orbita na
distância e com a massa certa solucionaria o problema. Mas como resolver se
todo a matéria disponível já havia se agregado formando outros planos. E a
pequena estrela já havia estabilizado as orbitas ao seu redor e a calmaria já
se fazia. Precisamos de uma solução rápida pois nossa pequena esfera já
começava a perde calor e suas estruturas já se definiam. A melhor solução
encontrada foi atrair de algum lugar uma massa que pudesse servir ao nosso
propósito. Partimos então dentro de um pequeno raio de distância da nossa
esfera a procura dessa massa. Nossas observações nos levaram a uma imensa massa
que havia se formado que em seu entorno orbitava u anel de seguimentos e
matérias de diversos tamanhos e massa. Ao observarmos mais de perto notamos que
uma massa desse anel se destacava pelo seu tamanho e que devido a isso ela se
desprenderia com maior facilidade desta orbita. No reunimos e criamos uma
estratégia para liberar essa massa antes que ela fosse fragmentada pela enorme
gravidade do anel de detritos. Projetamos então uma enorme carga de energia
magnética na massa criando um pequeno Campo gravitacional e seu entorno o que
propositou sua libertação da orbita. Bom uma vez liberto tínhamos que
rapidamente criar uma solução para que ela não fosse atraída para outro astro
ou de volta a sua antiga orbita. A melhor solução encontrada foi criar uma
pequena trilha magnética no mesmo padrão magnético da massa mas de forma
invertida para que a massa pudesse ser atraída para nossa trilha magnética.
Assim foi feito e a massa começou em fim se movimentar. Com esse movimento
pudemos calcular sua trajetória até nossa pequena esfera uma vez que agora ela
se movimentava como impulso inicial que demos. Em sua trajetória alguns
desvios magnéticos foram criados para que o trajeto pudesse ser perfeito. Bom
resolvido isso era só aguardar a massa chegar a nossa pequena esfera. Mas havia
problemas a serem resolvidos. O primeiro deles era que seu tamanha estava um
pouco maior do que precisamos e teríamos que reduzir. O segundo era um pouco
mais complicado pois teríamos que criar uma forma de manter a massa em orbita
de nossa esfera se não ela poderia simplesmente passar por ela e se perder no
espaço. A solução encontrada foi causar uma colisão controlada entre a massa e
nossa esfera de modo que a massa perdesse tamanho sem causar muitos estragos a
nossa esfera, com a velocidade e energia correta prendendo na orbita da esfera
criando um campo gravitacional. Cálculos feitos era só aguardar a chegada da
massa. Usamos esse tempo de espera para calcular e prever ajustes a serem
feitos no esfriamento de nossa esfera e projetar aquilo que seria
provisoriamente nossa morada. Sabíamos que como seres imateriais deveríamos
criar uma habitação de acordo com nossas necessidades e que no momento a esfera
não proporcionava isso. Então a solução foi construir isso em um espaço tempo
diferenciado onde poderíamos moldar tudo como em nosso antigo lar. Mas isso
teria que esperar pois a massa estava se aproximando e cálculos e
interferências deveriam serem feitas para que tudo saísse de acordo. Uma
pequena dilaceração foi feita com o auxílio de cargas magnética projetadas por
nos na massa e também uma alteração milimétrica na trajetória e a colisão
aconteceu. A massa se fixou na orbita da esfera que pouco tempo depois se
equilibrou passando a girar somente em torno de seu eixo. Tudo está consumado.
A primeira parte do projeto estava pronta. Agora podíamos criar uma moradia
onde padecêssemos nos abrigar de forma mais cômoda. Aceleramos nossa estrutura
e lá estávamos. Um lugar limpo sem nada onde poderíamos criar nosso lar. Através
da organização da energia primaria que em tudo existe criamos as primeiras
estruturas como as existentes em nosso universo material, gerando e copiando de
tudo que lá existe. É o nosso pensamentos tomando forma com a força aglutinada,
construtora e modeladora que tudo cria suprindo qualquer de nossas
necessidades. Criamos inicialmente uma edificação moldando a matéria que hoje é
conhecida entre alguns como matéria PSI. Algumas considerações sobre este
lugar. Nos chamamos Sub verso que é uma camada interdimensional de
classificação baixa no tempo e espaço que tem a dimensão semelhante, mas em
tempo espaço diferente e que está ligado a nossa esfera, sendo parte
indivisível da mesma, mantendo um padrão vibracional, semelhante em tempo
espaço diferente. O trabalho de construir edificações artefatos necessários a
nossa acomodação neste plano são executadas com maior rapidez pois as moléculas
energéticas giram e vibram em uma padrão mais alto. Moldar matéria PSI em nosso
mundo anterior era atividade corriqueira, que executávamos com grande destreza.
Moldar esta fantástica energia apenas com a força do pensamento, é como a
vontade se fazendo, em uma grande impressora. Nossas acomodações estavam
terminadas. Neste tempo a esfera começa a esfriar, cinco bilhões de anos
em nossa contagem de tempo atual e os gases gerados por este esfriamento
começam a se combinarem. Em maior quantidade gerando novos elementos químicos
entre eles o que melhor se combinou formou as primeiras partículas de agua, que
se combinaram em um ritmo frenético e logo nossa esfera passados mais um bilhão
de anos estava cheia. Essas combinações não aconteciam somente na crosta mas
também acima dela outros gases se combinavam formando entre eles o mais
abundante o Ozônio como conhecemos hoje. Uma enorme capa deste gás envolveu
nossa esfera como uma enorme capa protegendo e criando um ambiente propicio a
formação de uma atmosfera composta de novos elementos químicos. Ainda tínhamos
em alguns pontos da crosta da esfera uma temperatura em torno de 150 graus, o
que fez com que agua evaporasse. Criando abaixo desta capa grandes quantidade
de nuvens como conhecemos hoje. E as primeiras tempestades se formaram. Aqui no
sub verso novas estruturas foram projetadas. Separamos uma pequena parte onde habitávamos
criando um padrão vibracional diferente como em nosso antigo mundo evitando
qualquer invasão de qualquer ser que não tivesse o mesmo padrão vibracional,
como um grande muro energético que cercava nossas habitações. Como não
informações sobre quem o oque habitaria nossa esfera deixamos o restante do sub
verso para futuras adaptações. Como em nosso antigo mundo resolvemos também
separar uma área onde pudéssemos construir uma espécie de prisão ou área
punitiva. Não estruturamos essa área apenas mudamos o seu padrão vibracional
semelhante o que fizemos em nossas habitações. Confesso que neste momento muito
me incomodava a falta de informação sobre quem o que habitaria a esfera, que
agora já absorvia o caldo divino que em tudo há e os primeiros sinais de vida
começavam a surgir neste mundo coberto de agua. Já com o aquecimento promovido
pela estrela que agora estava completa agua evaporava e volta em forma de
tempestades constantes. Com esse processo observamos que parte desta agua
sofria modificações enquanto gases e se perdia ao voltar ao estado liquido.
Isso diminui sensivelmente a quantidade de agua e partes secas começaram a
surgir. E o caldo divino com seus nutrientes fertilizava agora aquela terra
virgem. Pequenos vegetais se desenvolviam naquela terra fértil. Micro
organismos florindo por toda aquela terra. A esfera agora ganha vida. Ao mesmo
tempo com a mudança de temperatura micro organismo eclodiam também na imensidão
das aguas. Era a vida florescendo e nossa missão se fazendo. A vontade do
universo presente. Na agua uma imensidão de micro organismos se desenvolvendo e
evoluindo. Tudo caminhava de acordo com as determinações recebidas em nosso
exilio determinações essas que estavam entranhadas em nossa vontade em nosso
ser. Os primeiros s semelhantes a um peixe deixara a agua e se adaptava
tornando um novo organismo. Tudo ia bem as espécies evoluíam e os primeiros
mamíferos dominavam os espaços secos da esfera. Era chegado o momento mais
importante de nosso trabalho. Escolher a espécie na qual deveríamos trabalhar
para criar os seres dominantes de nossa esfera. Alguns de nós preferíamos que
fosse colonizado por uma espécie de réptil que evoluíra bastante, mas os
estudos apontavam que deveria ser uma espécie que se adaptasse ao aquecimento
do pequeno planeta. Então avaliamos uma espécie de macaco, que perfeitamente
adaptado serviria a evolução e poderia se tornar essa raça dominante. Era a
primeira vez que teríamos que interferir modificando não a matéria desta
criatura mas seu complexo corpo energético que embora fosse a evolução de
outras formas de energia não tinha a capacidade de evoluir. Inicialmente
separamos 300 indivíduos entre machos e femeas. Uma imensa carga magnética foi
aplicada dissociando a energia e modificando seus corpos semi astral dando-lhes
consciência e criando uma área de armazenamento de informações para que tudo
que viveriam a partir deste momento fosse armazenado criando assim uma
identidade espiritual. O ser humano foi criado. Tudo estava pronto e agora os
primeiros seres evoluíam de acordo com as orientações recebidas e imaginava eu
que deveríamos de alguma forma interferir no caminhar dos novos habitantes
deste mundo. Imaginara eu criar um novo lar junto e no comando destes seres que
agora pareciam macacos sem pelos. Ledo engano. Novas ordens de nossa terra
natal chegara em nossas mentes. Uma proibição de descermos e interferimos na
evolução da esfera e que deveríamos aguardar a nova geração de seres que
chegariam para assumir nossa criação. Mis uma vez o descontentamento e a
revolta se instalou em meu ser. Como não desfrutar de um mundo que fora criado
por nós e porque não comandar a evolução do mesmo? Mas a prudência nos fez
aguardar. Então no momento marcado chegaram os novos seres. Alguns haviam sidos
comandados meus outros desconhecidos nenhum de hierarquia maior que a minha.
Como entregar o comando a seres que ao meu ver eram inferiores a mim e que
destino nos aguarda após ter cumprido a missão dada? Indagações que estes novos
habitantes não nos respondiam. O ódio se instala em meu ser novamente. E de uma
forma intempestiva questionei não aos seres, mas a Deus. Verifiquei quais eram
os meus comandados que estavam comigo e um quarto deles aceitaram meu delírio.
Iriamos tomar o poder do sub verso expulsando ou destruindo os novos habitantes
e tomaríamos a esfera sobre nosso controle e viveríamos lá até o final dos
tempos. Mas como o poder do criador e maior que tudo e dele nada fica
encoberto quando nos preparávamos para aprisionar os recém-chegados a fim de
expulsa-los um enorme trovão seguido de uma luz de clareza inimaginável, nunca
vista nos envolveu retirando nossas forças, modificando nosso padrão
vibracional nos igualando. Uma Imensa dor, semelhante a dor que nos fizeram
sentir no banimento, nos atrai a uma área do sub verso que recém criamos para a
punição daqueles que se oporiam a evolução. Uma prisão um lugar vazio de
energia e luz. No princípio fiquei isolado dos demais, mas com o tempo pude
criar áreas de conforto dentro do lugar onde hora nos aprisionava. Nos reencontramos
e logo estabelecemos regras para nossa estadia, criamos um novo lar. Com todas
as limitações do lugar e também com a reduzida energia que nossos seres agora
possuíam. Não sei por quanto tempo permanecemos naquele lugar mais sei que foi
muito. Um dia novamente sentimos a presença da luz e dela
saíram alguns seres de semelhança a nossa. Tomou a palavra aquele que imaginei
ser o novo comandante de nossa criação do nosso sub verso. Me
apresentei a ele. Meu nome e Alister e estou aqui desde o princípio. Falo em
nome de todos os caídos aprisionados neste luar que projetei e ajudei a
construir.
Um arcanjo de forma exuberante e com a altivez de
costume leu uma sentença de hora descrevo.
“Magnifico ser majestoso de Luz. Estrela que brilha na manhã
portador da luz, que em seu interior reside a chama divina de Deus. Tu que
reinava sobre aqueles que por desventura tornaram-se seus inimigos Sua voz e o
selo de ligação entre a Luz e as trevas, e através do novo que virá. Detenha-se
pelo poder sempre seguindo como sempre foi, pois mesmo sendo seguido pelas
trevas é o detentor da luz. Estais liberto agora para sua nova vida, junto a
nossa criação viverá semelhante a um deles na matéria experimentarás as dores e
sofrimento e estando na matéria estarás sujeito as suas leis.” Um
equipamento de condensação de moléculas quânticas foi trazido e um forte raio
disparado em minha direção me causou a primeira dor física sentida. Era como se
perdesse os sentidos mas não a consciência não conseguia me mover, mas ainda
podia ouvir a voz do arcanjo que continuou sua sentença. “Nos primeiros
milênios não experimentara a morte natural vivera com um animal selvagem não se
lembrando de nada de seu passado, não podendo evitar o que virá, adaptando-se a
sua nova condição terá que se alimentar e somente com a modificação de seu ser,
estando contido por essa nova configuração energética, será realmente como um
deles. Durma agora e no momento certo será acordado e se cumprirá o programado
sendo novamente o agente do caos, da desesperança e da morte em que se tornou.
Resigne-se pois essa é a vontade do criador que não pode ser contestada por um
somente por todos e lembre-se que tudo que te cerca faz parte de ti e chegara
até ti se conseguir o equilíbrio novamente pois o que você é não pode ser
mudado ou contido. Vá em paz. E o que determino.” Miguel sempre altivo tinha
mesmo que ser ele o escolhido para o novo comando. A primeira experiência
na nova matéria foi difícil pois o lugar onde fui desertado passava ainda por
uma transição inicial de civilização, macacos sem pelos andando eretos e em
bando com pouca inteligência devido ao pouco tamanho de seus cérebros, se
alimentando e reproduzindo se protegendo dos perigos do meio em evolução. Minha
condição era um pouco melhor pois essa nova matéria que envolvia meu ser não me
anulava completamente como previu Miguel. Caçava com mais facilidade
encontrando frutas e outros alimentos. Mas a sede por sangue e carne crua eram
grande fazendo desta opção meu alimento preferido. Procurava sempre o isolamento
durante o dia me mantendo afastado dos grupos de humanos caçando sempre a noite
como um animal. O gosto pelo sangue fresco aos pouco mudou minha rotina.
Algumas vezes me arriscava saindo durante a manhã enquanto o sol ainda era
fraco. Certo dia pela manhã encontrei uma criatura, um pequeno menino jovem,
uma criança mesmo, desgarrada de seu bando. Pela primeira vez um instinto nunca
antes experimentado, não era mais o ser que sempre fui e sim o animal que me
tornei. Com um ataque certeiro dominar aquela pequena criatura foi fácil, e de
uma voracidade nunca experimentada estilhaçando seu pequeno pescoço cravando
minhas garras e dente devorando a carne e bebendo o sangue de gosto doce
sorvido de forma delirante, me fazendo sentir um animal predador. Continuei a
caçar pequenos animais e vez em quando um humano desgarrado ou em condição
vulnerável. Ao contrário dos demais habitantes não adoecia e o envelhecimento
era tão lento que parecia imperceptível. A medida em que o tempo passava
comecei a sentir algo estranho uma vez me cortei em um galho e vi pela primeira
vez um liquido escorrer pelo ferimento semelhante ao sangue dos animais
caçados. Procurei instintivamente, pelo menos pensava assim ervas que pudessem
serem usadas para conter o liquido que saia do corte. Senti que agora era
diferente e que estava ficando cada vez mais vulnerável ao meio. Senti frio
pela primeira vez o que me fez procurar um abrigo mais aquecido. Minha condição
que agora mudara um turbilhão de sensações se faziam em meu ser. ...................................................................
Coach
O que faz um Coach?
O coach é o profissional que ajuda uma pessoa, por meio de
orientação, conselhos e treinamento a atingir um objetivo pessoal ou
profissional. Diferente do mentor, que ajuda a pessoa a se desenvolver de modo
geral, o coach trabalha com um direcionamento com objetivos específicos. Tanto
o coaching quanto o mentoring (atendimentos concedidos pelo coach e mentor) não
devem ser confundidos com terapia ou orientação aplicada por um psicólogo.
Entre os campos de forças existentes em nosso planeta um campo se destaca pela sua principal característica: a da reorganização das diversas matérias existentes, criando e mantendo a vida espiritual em colônias através da organização da energia primaria, criando estruturas como as existentes em nosso universo material, gerando de tudo que lá existe. Pensamentos tomando forma com a força aglutinada, construtora e modelador que cria suprindo qualquer necessidade, dos seus habitantes. Edificações solidas e reais moldadas a partir da vontade, sobre os átomos de PSI. Criado por seres de luz portadores do conhecimento, é no subverso do que encontramos as colônias espiritais, geradas de matéria PSI, moldadas pelos seus habitantes para suprir suas necessidades. É aquela outra realidade paralela a nossa, cuja manifestação é sensível, e em geral está presente nos fenômenos biológicos e nos Paranormais. Nesta área, encontramos edificações, cidades e colônias. Edificações como nosso lar, colônias budistas, matas e terreiros umbandista e do candomblé, templos evangélicos e construções sem fins religiosos, além de um espaço considerado por alguns como punitivo o Umbral (inferno) terrestre, idealizado e projetado em camadas de uma grande espiral energética de grande força magnética de padrão uniforme e imutável. Também encontramos uma área destinada a administração do planeta sob o comando de Jesus e seus arcanjos. O Sub verso está ligado ao nosso mundo e é parte indivisível do mesmo, tendo como nos universos paralelos portais e buracos de minhoca sendo gerado pelos átomos PSI emanados do planeta, mantendo um padrão vibracional, semelhante de acordo com este gerador em tempo espaço diferente. Toda sua composição é energética, não havendo solidez como conhecemos. Devemos diferenciar sub verso de universos paralelos, pois o sub verso é uma área local em tempo espaço diferente dos universos paralelos. Nosso sub verso foi criado quando o planeta ainda era uma bola de fogo no espaço, e sua função primaria era a de abrigar os seres responsáveis pela construção e posteriormente as funções que hoje desenvolve.
SOBRE MEDIUNIDADE - CAPITULO 1
Para Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, em diversas citações os espíritos esclareceram que, todos os fenômenos mediúnicos de efeito inteligente se processam através do cérebro do médium. O desenvolvimento da neuropsicologia apoiada por recursos propedêuticos sofisticados como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a tomografia por emissão de pósitrons, têm permitido uma compreensão cada vez maior dos mecanismos envolvidos na fisiologia do cérebro. Com base nesses achados, têm surgido novas interpretações para os quadros mentais das demências, das psicoses e até dos distúrbios do comportamento. Atualmente, a medicina admite que a atividade mental é resultante, em termos neurológicos, de um concerto de um grupo de áreas cerebrais que interagem mutuamente constituindo um "sistema funcional complexo". Com o conhecimento espírita aprendemos, porém, que os processos mentais são expressões da atividade espiritual com repercussões na estrutura física cerebral. A participação do cérebro é meramente instrumental. Sabemos também que a ação do espírito sobre o cérebro, ao integrar elementos de classes diferentes (mente e matéria), implica a existência de um terceiro elemento, transdutor desse processo, que transmite e transfere as "idéias" geradas pelo espírito em fluxo de pensamento expresso pelo cérebro. Esse elemento intermediário que imprime ao corpo físico as diretrizes definidas pelo espírito, constitui nosso corpo espiritual ou perispírito. Após a morte, o espírito permanece com seu corpo espiritual, o qual permite sua integração no ambiente espiritual onde vive. É por esse corpo semimaterial, de que dispõe também os espíritos desencarnados, que se tornam possíveis as chamadas comunicações mediúnicas. Para Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, em diversas citações os espíritos esclareceram, mais de uma vez, que todos os fenômenos mediúnicos de efeito inteligente se processam através do cérebro do médium. No estágio atual do conhecimento que nos fornece a neurologia, seria oportuno indagarmos se é possível uma maior compreensão do fenômeno mediúnico, procurando-se identificar no cérebro as áreas e as funções que estariam envolvidas nesses processos. Os espíritos desencarnados devem, de alguma maneira, co participarem das funções cerebrais dos médiuns seguindo regras compatíveis com os recursos da fisiologia cerebral. Podemos correlacionar, pelo menos hipoteticamente, quais as funções cerebrais já conhecidas que podem se prestar para a exteriorização da comunicação mediúnica.
A GLANDULA PINEAL
No médium a mediunidade se processa através da Glândula Pineal. A estrutura e as funções da glândula pineal passaram a ser estudadas com maior ênfase após a descoberta da melatonina por Lerner, em 1958. Embora a pineal já fosse conhecida desde 300 anos d.C. (foi descoberta por Herophilus), só após a descoberta da melatonina se conheceu sua relação com a luminosidade e a escuridão. Ficou demonstrado experimentalmente que a luz interfere na função da pineal através da retina, atingindo o quiasma óptico, o hipotálamo, o tronco cerebral, a medula espinhal, o gânglio cervical superior, chegando, finalmente, ao nervo coronário na tenda do cerebelo. Entre a pineal e o restante do cérebro não há uma via nervosa direta. A ação da pineal no cérebro se faz pelas repercussões químicas das substâncias que produz; hoje já se identificou um efeito dramático da pineal (por ação da melatonina), na reprodução dos mamíferos, na caracterização dos órgãos sexuais externos e na pigmentação da pele. Investigações recentes demonstram uma relação direta da melatonina com uma série de doenças neurológicas que provocam epilepsia, insônia, depressão e distúrbios de movimento. Animais injetados com altas doses de melatonina desenvolvem incoordenação motora, perda de motricidade voluntária, relaxamento muscular, queda das pálpebras, piloereção, vasodilatação rias extremidades, redução da temperatura, além de respiração agânica. Descobriu-se também que a melatonina interage com os neurônios serotoninérgicos e com os receptores bendiazepínicos do cérebro tendo, portanto, um efeito sedativo e anticonvulsante. Pacientes portadores de tumores da pineal podem desenvolver epilepsia por depleção da produção de melatonina. A melatonina parece ler também um papel importante na gênese de doenças psiquiátricas como depressão e esquizofrenia. Outros estudos confirmam uma propriedade analgésica central da melatonina, integrando a pineal à analgesia opiácea endógena. A literatura espiritual há muito vem dando destaque para o papel da pineal como núcleo gerador de irradiação luminosa servindo como porta de entrada para a recepção mediúnica. Como a pineal é sensível à luz, não será de estranhar que possa ser mais sensível ainda à vibração eletromagnética Sabemos que a irradiação espiritual é essencialmente semelhante à onda eletromagnética que conhecemos, compreendendo- se, assim, sua ação direta sobre a pineal. Podemos supor que este primeiro contato da entidade espiritual com a pineal do médium possibilitaria a liberação de melatonina predispondo o restante do cérebro ao "domínio" do espírito comunicante. Essa participação química ao fenômeno mediúnico poderia nos explicar as flutuações da intensidade e da freqüência com que se observa a mediunidade. Até o presente, a espécie humana recebe a mediunidade como uma carga pesada de provas e sacrifícios. Raras vezes como oportunidade bem aproveitada para prestação de serviço e engrandecimento espiritual . A evolução, no entanto, caminha acumulando experiências, repetindo aprendizados. Aos poucos, iremos acumulando tanto espiritual, como fisicamente, modificações no nosso cérebro. Nas comunicações mediúnicas como na PSICOGRAFIA a escrita se processa frequentemente com muita rapidez, as palavras podem aparecer escritas com pouca clareza, as letras às vezes são grandes, provavelmente para facilitar a escrita rápida, a caligrafia tem pouco capricho, não há necessidade do médium acompanhar o que escreve e pode ocorrer escrita em espelho. Na comunicação oral, o médium se expressa com vozes de características variadas, o sotaque pode ser pausado como que feito com esforço, mas, em médiuns mais preparados, a fala costuma ser fluente, muito rápida, parecendo se tratar de um discurso previamente preparado ou muito bem decorado. Nota-se também que, durante a comunicação, o médium assume posturas e gestos incomuns ao seu modo habitual de se expressar. Quando interrogamos os médiuns conscientes, esses dizem que, no decorrer do fenômeno, são levados a falar ou escrever como se isso não dependesse da vontade deles. Correlacionando agora o que vimos em termos neurológicos para a fisiologia do sistema extrapiramidal (gânglios da base e área cortical pré-motora) com as características da comunicação mediúnica, temos a impressão que a entidade comunicante se utiliza desse sistema automático para se manifestar com maior rapidez, com o mínimo de dispêndio de energia, com menor interferência da consciência do médium e com maior possibilidade de se suceder uma amnésia. Resumidamente, poderíamos enquadrar esse tipo de comunicação mediúnica como uma constelação de automatismos complexos, desempenhados pelo sistema extrapiramidal do médium, mas com a co-autoria do espírito comunicante. Já vimos também que, durante nossos atos automáticos, nossa consciência está livre para a execução de atos voluntários e intencionais podendo com eles interromper ou modificar nossos automatismos. Por isso, podemos dizer e concluir que a manifestação mediúnica, em se tratando de gestos automatizados, sofre o controle e a ingerência da consciência do médium. O que não deixa de ser um fator inibidor, mas necessário para a própria "disciplina" da entidade comunicante, quando isso se fizer necessário. O homem do futuro deverá dispor da mediunidade como dispõe hoje da inteligência. Confiamos que a misericórdia de Deus nos conceda a bênção de usar bem as duas a partir de hoje.
(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 01,
páginas 10-15)
Reencarnação
Muito se fala em reencarnação,
mas muito pouco sobre o processo reencarnatorio. Neste artigo vamos nos ater
somente sobre o nascimento deixando para uma outra oportunidade o antes do
nascimento. Sabemos que o espirito que esta encarnado se liga a matéria durante
a fecundação do Ovulo no momento em que esta célula se divide pela primeira vez
inicia-se a reencarnação que termina quando a criança completa oito anos. O
espirito através de sua cobertura semi material se liga a matéria produzida pelo
corpo célula por célula formando os órgãos do corpo, que sustentara a nova vida.
Nesta etapa, através das informações contidas se define órgãos perfeitos ou não
e as má formações ou formações perfeitas do futuro ser. Quando se completa a
formação do corpo se dá o nascimento. Deste momento em diante até o final do
processo o novo ser mesmo estando ligado a um corpo material encontra se mais
ligado ao mundo espiritual. E possível notar que a criança tem e interage com
amiguinhos imaginários. Quando a energia da residência está muito carregada e o
primeiro que sente e as vezes adoece, assim como também e possível avaliar como
será quando se tornar adulto. Nesta faze de zero a oito anos ele expressa seu
emocional sem disfarces. Tempos crianças que tem boa índole ou não, crianças
dependentes, tímidas, extrovertidas, caridosas e outros. Se quer conhecer como será
um adulo observe este período. Aos oito anos dizemos que o ser esta encarnado.
Exus, Pomba giras, Anjos e Demônios
Exus e Pomba giras não são Demônios não existindo nenhum
contato entre eles. Exus e Pomba giras são espíritos humanos que fazem um
acordo temporário para trabalhar nas linhas de Umbanda.
Ainda sobre desmistificar, o demônio não tem a mesma índole, nem as mesmas
diretrizes.
E como os anjos de tempos em tempos encarnam como seres humanos.
Para melhor elucidação, com autorização do autor disponibilizo aqui
um capítulo do livro Alister o anjo maldito:
ALISTER O ANJO MALDITO
O INICIO
Quem somos? De onde viemos? Quem sou? Meu nome é Alister, sou o comandante deste grupo que aqui chegou com a missão de criar um Habitar um mundo onde uma nova raça deveria evoluri. Fui exilado de meu planeta que fica na constelação hoje conhecida hoje como Alpha Aurigae. Meu exilio se deu por discordar pela forma que evoluímos e também pela nossa subserviência a um criador que segundo meu entendimento não reconhecia os méritos e pregava em seu comando a igualdade de todos. E principalmente um criador que não se via a não ser em nossos pensamentos. Em meu planeta natal comandava um exército responsável pela segurança e manutenção da ordem. Meu conhecimento me valeu para a missão a que fomos destinados como punição. Todos os que aqui chegaram comigo eram subordinados do meu comando. Cada um com sua especialidade. Em nosso Julgamento fui apontado como mentor de Plano para subverter a ordem planetária, o que não era de toda falsa a acusação. Após a sentença que dizia que em um sistema onde a evolução alcançara um patamar que refletia a vontade do pai não haveria lugar para seres degenerados, revoltados, com excessivos vícios. Tínhamos a opção de tentar uma regeneração através da aceitação de uma missão que seria a de orquestrar a colonização de um novo mundo ou a imediata destruição de nossos seres. Optamos então pelo aceite da colonização. Recebemos então uma carga em nossa camada semi astral com as coordenadas exatas para onde deveríamos ir e assim como em uma atração magnética aqui estamos. A viagem astral naquela época usava deste método grosseiro. Uma explosão, dentro do meu ser, uma dor lacerante como nunca sentida queimava as entranhas como se eu as tivesse. Uma profusão de luzes, como se viajasse a uma inimaginável velocidade. Der repente como numa brusca desaceleração aqui estávamos. Mergulhados no caos. Um calor insuportável, matérias derretidas e solidas se chocando num interminável bale criador. Algumas se aglomeravam se juntando formando blocos espessos de matéria. A medida que enormes massas se chocavam novas estruturas se criavam. E nos ali como expectadores da criação divina. Até que uma imensa luz se fez em nossos seres e bilhões de bits de informações foram anexadas ao nosso ser. Informações de comando que a medida que absorvíamos quebrava travas em nossos seres, que nos permitiam assimilar e lembrar de tudo que vivemos até aquele momento. Agora sabemos o porquê estamos aqui tão longe do nosso lar, tão longe de casa. Sentíamos renovados e como uma sentimento de pureza nunca experimentado. Éramos novamente seres de luz, seres da criação. Tínhamos uma missão e deveríamos pôr em pratica logo pois nossa estadia ali dependia de mudanças. Mudanças essas que se iniciariam em nossos seres. Pela primeira vez senti estar realmente no comando. E dessa vez sem saber hierarquicamente a quem responder. Sabia o que tinha que ser feito, estranhamente os que ali estavam aguardavam minhas instruções. Escolhemos um ponto para nossa primeira obra. Esse ponto foi idealizado de acordo com os cálculos feitos por nós, de acordo com a maior massa criada pela acumulação de matéria. Este enorme bloco acumulava imensa massa e calor. Sabíamos que ele seria uma futura estrela que irá entorno dela servir de início para nossa criação. Sua massa de enorme magnitude começa a gerar gravidade no entorno, gravidade essa que serviria ao nosso propósito. Cálculos foram feitos a partir dela e o ponto exato para nossa obra. Observamos atentamente uma pequena massa nestas coordenadas e sua evolução devido aos constantes choques de outras matérias aglomeravam seu crescimento. Outras estruturas foram formadas e as suas orbitas começaram a serem estabelecidas a partir da pequena estrela em formação. No início nossa missão era apenas observar e corrigir algumas imperfeiçoes. Neste momento começamos a notar uma pequena falha em nossa pequena massa. Seu crescimento e seu arredondamento devido à enorme massa de energia que determinava sua orbita fazia com que girasse não só em torno do seu eixo mas também para todos os lados. Isso tornava inviável qual que projeto que poderíamos ter com relação a ela. Tínhamos que estabilizar esse movimento para dar continuidade. Nossas observações e cálculos apontavam para que se quiséssemos estabilizar teríamos que aumentar ou diminuir sua massa, o que naquele momento seria impossível visto que não havia tanta matéria disponível e também porque um aumento de massa poderia destruir sua estrutura e a retirada de massa também. Novos cálculos foram executados levando em consideração todas as variáveis e a melhor solução encontrada foi observando outras massas que alcançaram o equilíbrio orbital devido a outras pequenas massas se juntarem a suas orbitas. Precisamos então criar uma satélite que colocado em sua orbita na distância e com a massa certa solucionaria o problema. Mas como resolver se todo a matéria disponível já havia se agregado formando outros planos. E a pequena estrela já havia estabilizado as orbitas ao seu redor e a calmaria já se fazia. Precisamos de uma solução rápida pois nossa pequena esfera já começava a perde calor e suas estruturas já se definiam. A melhor solução encontrada foi atrair de algum lugar uma massa que pudesse servir ao nosso propósito. Partimos então dentro de um pequeno raio de distância da nossa esfera a procura dessa massa. Nossas observações nos levaram a uma imensa massa que havia se formado que em seu entorno orbitava u anel de seguimentos e matérias de diversos tamanhos e massa. Ao observarmos mais de perto notamos que uma massa desse anel se destacava pelo seu tamanho e que devido a isso ela se desprenderia com maior facilidade desta orbita. No reunimos e criamos uma estratégia para liberar essa massa antes que ela fosse fragmentada pela enorme gravidade do anel de detritos. Projetamos então uma enorme carga de energia magnética na massa criando um pequeno Campo gravitacional e seu entorno o que propositou sua libertação da orbita. Bom uma vez liberto tínhamos que rapidamente criar uma solução para que ela não fosse atraída para outro astro ou de volta a sua antiga orbita. A melhor solução encontrada foi criar uma pequena trilha magnética no mesmo padrão magnético da massa mas de forma invertida para que a massa pudesse ser atraída para nossa trilha magnética. Assim foi feito e a massa começou em fim se movimentar. Com esse movimento pudemos calcular sua trajetória até nossa pequena esfera uma vez que agora ela se movimentava como impulso inicial que demos. Em sua trajetória alguns desvios magnéticos foram criados para que o trajeto pudesse ser perfeito. Bom resolvido isso era só aguardar a massa chegar a nossa pequena esfera. Mas havia problemas a serem resolvidos. O primeiro deles era que seu tamanha estava um pouco maior do que precisamos e teríamos que reduzir. O segundo era um pouco mais complicado pois teríamos que criar uma forma de manter a massa em orbita de nossa esfera se não ela poderia simplesmente passar por ela e se perder no espaço. A solução encontrada foi causar uma colisão controlada entre a massa e nossa esfera de modo que a massa perdesse tamanho sem causar muitos estragos a nossa esfera, com a velocidade e energia correta prendendo na orbita da esfera criando um campo gravitacional. Cálculos feitos era só aguardar a chegada da massa. Usamos esse tempo de espera para calcular e prever ajustes a serem feitos no esfriamento de nossa esfera e projetar aquilo que seria provisoriamente nossa morada. Sabíamos que como seres imateriais deveríamos criar uma habitação de acordo com nossas necessidades e que no momento a esfera não proporcionava isso. Então a solução foi construir isso em um espaço tempo diferenciado onde poderíamos moldar tudo como em nosso antigo lar. Mas isso teria que esperar pois a massa estava se aproximando e cálculos e interferências deveriam serem feitas para que tudo saísse de acordo. Uma pequena dilaceração foi feita com o auxílio de cargas magnética projetadas por nos na massa e também uma alteração milimétrica na trajetória e a colisão aconteceu. A massa se fixou na orbita da esfera que pouco tempo depois se equilibrou passando a girar somente em torno de seu eixo. Tudo está consumado. A primeira parte do projeto estava pronta. Agora podíamos criar uma moradia onde padecêssemos nos abrigar de forma mais cômoda. Aceleramos nossa estrutura e lá estávamos. Um lugar limpo sem nada onde poderíamos criar nosso lar. Através da organização da energia primaria que em tudo existe criamos as primeiras estruturas como as existentes em nosso universo material, gerando e copiando de tudo que lá existe. É o nosso pensamentos tomando forma com a força aglutinada, construtora e modeladora que tudo cria suprindo qualquer de nossas necessidades. Criamos inicialmente uma edificação moldando a matéria que hoje é conhecida entre alguns como matéria PSI. Algumas considerações sobre este lugar. Nos chamamos Sub verso que é uma camada interdimensional de classificação baixa no tempo e espaço que tem a dimensão semelhante, mas em tempo espaço diferente e que está ligado a nossa esfera, sendo parte indivisível da mesma, mantendo um padrão vibracional, semelhante em tempo espaço diferente. O trabalho de construir edificações artefatos necessários a nossa acomodação neste plano são executadas com maior rapidez pois as moléculas energéticas giram e vibram em uma padrão mais alto. Moldar matéria PSI em nosso mundo anterior era atividade corriqueira, que executávamos com grande destreza. Moldar esta fantástica energia apenas com a força do pensamento, é como a vontade se fazendo, em uma grande impressora. Nossas acomodações estavam terminadas. Neste tempo a esfera começa a esfriar, cinco bilhões de anos em nossa contagem de tempo atual e os gases gerados por este esfriamento começam a se combinarem. Em maior quantidade gerando novos elementos químicos entre eles o que melhor se combinou formou as primeiras partículas de agua, que se combinaram em um ritmo frenético e logo nossa esfera passados mais um bilhão de anos estava cheia. Essas combinações não aconteciam somente na crosta mas também acima dela outros gases se combinavam formando entre eles o mais abundante o Ozônio como conhecemos hoje. Uma enorme capa deste gás envolveu nossa esfera como uma enorme capa protegendo e criando um ambiente propicio a formação de uma atmosfera composta de novos elementos químicos. Ainda tínhamos em alguns pontos da crosta da esfera uma temperatura em torno de 150 graus, o que fez com que agua evaporasse. Criando abaixo desta capa grandes quantidade de nuvens como conhecemos hoje. E as primeiras tempestades se formaram. Aqui no sub verso novas estruturas foram projetadas. Separamos uma pequena parte onde habitávamos criando um padrão vibracional diferente como em nosso antigo mundo evitando qualquer invasão de qualquer ser que não tivesse o mesmo padrão vibracional, como um grande muro energético que cercava nossas habitações. Como não informações sobre quem o oque habitaria nossa esfera deixamos o restante do sub verso para futuras adaptações. Como em nosso antigo mundo resolvemos também separar uma área onde pudéssemos construir uma espécie de prisão ou área punitiva. Não estruturamos essa área apenas mudamos o seu padrão vibracional semelhante o que fizemos em nossas habitações. Confesso que neste momento muito me incomodava a falta de informação sobre quem o que habitaria a esfera, que agora já absorvia o caldo divino que em tudo há e os primeiros sinais de vida começavam a surgir neste mundo coberto de agua. Já com o aquecimento promovido pela estrela que agora estava completa agua evaporava e volta em forma de tempestades constantes. Com esse processo observamos que parte desta agua sofria modificações enquanto gases e se perdia ao voltar ao estado liquido. Isso diminui sensivelmente a quantidade de agua e partes secas começaram a surgir. E o caldo divino com seus nutrientes fertilizava agora aquela terra virgem. Pequenos vegetais se desenvolviam naquela terra fértil. Micro organismos florindo por toda aquela terra. A esfera agora ganha vida. Ao mesmo tempo com a mudança de temperatura micro organismo eclodiam também na imensidão das aguas. Era a vida florescendo e nossa missão se fazendo. A vontade do universo presente. Na agua uma imensidão de micro organismos se desenvolvendo e evoluindo. Tudo caminhava de acordo com as determinações recebidas em nosso exilio determinações essas que estavam entranhadas em nossa vontade em nosso ser. Os primeiros s semelhantes a um peixe deixara a agua e se adaptava tornando um novo organismo. Tudo ia bem as espécies evoluíam e os primeiros mamíferos dominavam os espaços secos da esfera. Era chegado o momento mais importante de nosso trabalho. Escolher a espécie na qual deveríamos trabalhar para criar os seres dominantes de nossa esfera. Alguns de nós preferíamos que fosse colonizado por uma espécie de réptil que evoluíra bastante, mas os estudos apontavam que deveria ser uma espécie que se adaptasse ao aquecimento do pequeno planeta. Então avaliamos uma espécie de macaco, que perfeitamente adaptado serviria a evolução e poderia se tornar essa raça dominante. Era a primeira vez que teríamos que interferir modificando não a matéria desta criatura mas seu complexo corpo energético que embora fosse a evolução de outras formas de energia não tinha a capacidade de evoluir. Inicialmente separamos 300 indivíduos entre machos e femeas. Uma imensa carga magnética foi aplicada dissociando a energia e modificando seus corpos semi astral dando-lhes consciência e criando uma área de armazenamento de informações para que tudo que viveriam a partir deste momento fosse armazenado criando assim uma identidade espiritual. O ser humano foi criado. Tudo estava pronto e agora os primeiros seres evoluíam de acordo com as orientações recebidas e imaginava eu que deveríamos de alguma forma interferir no caminhar dos novos habitantes deste mundo. Imaginara eu criar um novo lar junto e no comando destes seres que agora pareciam macacos sem pelos. Ledo engano. Novas ordens de nossa terra natal chegara em nossas mentes. Uma proibição de descermos e interferimos na evolução da esfera e que deveríamos aguardar a nova geração de seres que chegariam para assumir nossa criação. Mis uma vez o descontentamento e a revolta se instalou em meu ser. Como não desfrutar de um mundo que fora criado por nós e porque não comandar a evolução do mesmo? Mas a prudência nos fez aguardar. Então no momento marcado chegaram os novos seres. Alguns haviam sidos comandados meus outros desconhecidos nenhum de hierarquia maior que a minha. Como entregar o comando a seres que ao meu ver eram inferiores a mim e que destino nos aguarda após ter cumprido a missão dada? Indagações que estes novos habitantes não nos respondiam. O ódio se instala em meu ser novamente. E de uma forma intempestiva questionei não aos seres, mas a Deus. Verifiquei quais eram os meus comandados que estavam comigo e um quarto deles aceitaram meu delírio. Iriamos tomar o poder do sub verso expulsando ou destruindo os novos habitantes e tomaríamos a esfera sobre nosso controle e viveríamos lá até o final dos tempos. Mas como o poder do criador e maior que tudo e dele nada fica encoberto quando nos preparávamos para aprisionar os recém-chegados a fim de expulsa-los um enorme trovão seguido de uma luz de clareza inimaginável, nunca vista nos envolveu retirando nossas forças, modificando nosso padrão vibracional nos igualando. Uma Imensa dor, semelhante a dor que nos fizeram sentir no banimento, nos atrai a uma área do sub verso que recém criamos para a punição daqueles que se oporiam a evolução. Uma prisão um lugar vazio de energia e luz. No princípio fiquei isolado dos demais, mas com o tempo pude criar áreas de conforto dentro do lugar onde hora nos aprisionava. Nos reencontramos e logo estabelecemos regras para nossa estadia, criamos um novo lar. Com todas as limitações do lugar e também com a reduzida energia que nossos seres agora possuíam. Não sei por quanto tempo permanecemos naquele lugar mais sei que foi muito. Um dia novamente sentimos a presença da luz e dela saíram alguns seres de semelhança a nossa. Tomou a palavra aquele que imaginei ser o novo comandante de nossa criação do nosso sub verso. Me apresentei a ele. Meu nome e Alister e estou aqui desde o princípio. Falo em nome de todos os caídos aprisionados neste luar que projetei e ajudei a construir.
Um arcanjo de forma exuberante e com a altivez de costume leu uma sentença de hora descrevo.
“Magnifico ser majestoso de Luz. Estrela que brilha na manhã
portador da luz, que em seu interior reside a chama divina de Deus. Tu que
reinava sobre aqueles que por desventura tornaram-se seus inimigos Sua voz e o
selo de ligação entre a Luz e as trevas, e através do novo que virá. Detenha-se
pelo poder sempre seguindo como sempre foi, pois mesmo sendo seguido pelas
trevas é o detentor da luz. Estais liberto agora para sua nova vida, junto a
nossa criação viverá semelhante a um deles na matéria experimentarás as dores e
sofrimento e estando na matéria estarás sujeito as suas leis.” Um
equipamento de condensação de moléculas quânticas foi trazido e um forte raio
disparado em minha direção me causou a primeira dor física sentida. Era como se
perdesse os sentidos mas não a consciência não conseguia me mover, mas ainda
podia ouvir a voz do arcanjo que continuou sua sentença. “Nos primeiros
milênios não experimentara a morte natural vivera com um animal selvagem não se
lembrando de nada de seu passado, não podendo evitar o que virá, adaptando-se a
sua nova condição terá que se alimentar e somente com a modificação de seu ser,
estando contido por essa nova configuração energética, será realmente como um
deles. Durma agora e no momento certo será acordado e se cumprirá o programado
sendo novamente o agente do caos, da desesperança e da morte em que se tornou.
Resigne-se pois essa é a vontade do criador que não pode ser contestada por um
somente por todos e lembre-se que tudo que te cerca faz parte de ti e chegara
até ti se conseguir o equilíbrio novamente pois o que você é não pode ser
mudado ou contido. Vá em paz. E o que determino.” Miguel sempre altivo tinha
mesmo que ser ele o escolhido para o novo comando. A primeira experiência
na nova matéria foi difícil pois o lugar onde fui desertado passava ainda por
uma transição inicial de civilização, macacos sem pelos andando eretos e em
bando com pouca inteligência devido ao pouco tamanho de seus cérebros, se
alimentando e reproduzindo se protegendo dos perigos do meio em evolução. Minha
condição era um pouco melhor pois essa nova matéria que envolvia meu ser não me
anulava completamente como previu Miguel. Caçava com mais facilidade
encontrando frutas e outros alimentos. Mas a sede por sangue e carne crua eram
grande fazendo desta opção meu alimento preferido. Procurava sempre o isolamento
durante o dia me mantendo afastado dos grupos de humanos caçando sempre a noite
como um animal. O gosto pelo sangue fresco aos pouco mudou minha rotina.
Algumas vezes me arriscava saindo durante a manhã enquanto o sol ainda era
fraco. Certo dia pela manhã encontrei uma criatura, um pequeno menino jovem,
uma criança mesmo, desgarrada de seu bando. Pela primeira vez um instinto nunca
antes experimentado, não era mais o ser que sempre fui e sim o animal que me
tornei. Com um ataque certeiro dominar aquela pequena criatura foi fácil, e de
uma voracidade nunca experimentada estilhaçando seu pequeno pescoço cravando
minhas garras e dente devorando a carne e bebendo o sangue de gosto doce
sorvido de forma delirante, me fazendo sentir um animal predador. Continuei a
caçar pequenos animais e vez em quando um humano desgarrado ou em condição
vulnerável. Ao contrário dos demais habitantes não adoecia e o envelhecimento
era tão lento que parecia imperceptível. A medida em que o tempo passava
comecei a sentir algo estranho uma vez me cortei em um galho e vi pela primeira
vez um liquido escorrer pelo ferimento semelhante ao sangue dos animais
caçados. Procurei instintivamente, pelo menos pensava assim ervas que pudessem
serem usadas para conter o liquido que saia do corte. Senti que agora era
diferente e que estava ficando cada vez mais vulnerável ao meio. Senti frio
pela primeira vez o que me fez procurar um abrigo mais aquecido. Minha condição
que agora mudara um turbilhão de sensações se faziam em meu ser. ...................................................................
Coach
O que faz um Coach?
O coach é o profissional que ajuda uma pessoa, por meio de
orientação, conselhos e treinamento a atingir um objetivo pessoal ou
profissional. Diferente do mentor, que ajuda a pessoa a se desenvolver de modo
geral, o coach trabalha com um direcionamento com objetivos específicos. Tanto
o coaching quanto o mentoring (atendimentos concedidos pelo coach e mentor) não
devem ser confundidos com terapia ou orientação aplicada por um psicólogo.



















